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Vatapá é recomeço para baianos que escolheram Campo Grande pela internet

Por Wendy Tonhati Fonte: Campo Grande News
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(Foto: Henrique Kawaminami)

Há cerca de dois anos, Romes Marques e Tom Góes começaram a planejar a abertura de negócio próprio. Eles nasceram e moravam em Salvador, mas tinham o sonho de um restaurante ou um bar que servisse os pratos típicos da Bahia. Além de empreender, decidiram sair da zona de conforto e procurar outra cidade para morar. Foi pesquisando na internet que escolheram atravessar o Brasil e vir para Campo Grande, a 2.490 quilômetros da cidade natal, para começar do zero.

 

“A gente pesquisou as cidades em questão de melhoria, de qualidade de vida, segurança... e Campo Grande foi cotada como a 8ª melhor cidade do Brasil para viver. Pesquisamos de sul a norte um lugar que a gente queria e se preparou dois anos para chegar aqui. Dois anos de economia e aperto para que a gente pudesse vir”, conta Romes.

No fim do ano passado, eles se mudaram para Campo Grande e começaram a produzir acarajé e abará, dois pratos típicos do nordeste. Logo que chegaram a Campo Grande produziam e vendiam os pratos típicos de porta em porta na área central.

Em 2 de fevereiro, no dia de Iemanjá, abriram um pequeno restaurante na rua 7 de Setembro, logo após a Pedro Celestino, batizado de Oxente Mainha. O espaço é pequeno e ainda está sendo preparado e decorado, mas já atende os clientes. Na frente, além da plaquinha com a expressão típica, cactos dão o toque que remete ao nordeste brasileiro.

Há cerca de dois anos, Romes Marques e Tom Góes começaram a planejar a abertura de negócio próprio. Eles nasceram e moravam em Salvador, mas tinham o sonho de um restaurante ou um bar que servisse os pratos típicos da Bahia. Além de empreender, decidiram sair da zona de conforto e procurar outra cidade para morar. Foi pesquisando na internet que escolheram atravessar o Brasil e vir para Campo Grande, a 2.490 quilômetros da cidade natal, para começar do zero.

 

“A gente pesquisou as cidades em questão de melhoria, de qualidade de vida, segurança... e Campo Grande foi cotada como a 8ª melhor cidade do Brasil para viver. Pesquisamos de sul a norte um lugar que a gente queria e se preparou dois anos para chegar aqui. Dois anos de economia e aperto para que a gente pudesse vir”, conta Romes.

No fim do ano passado, eles se mudaram para Campo Grande e começaram a produzir acarajé e abará, dois pratos típicos do nordeste. Logo que chegaram a Campo Grande produziam e vendiam os pratos típicos de porta em porta na área central.

Em 2 de fevereiro, no dia de Iemanjá, abriram um pequeno restaurante na rua 7 de Setembro, logo após a Pedro Celestino, batizado de Oxente Mainha. O espaço é pequeno e ainda está sendo preparado e decorado, mas já atende os clientes. Na frente, além da plaquinha com a expressão típica, cactos dão o toque que remete ao nordeste brasileiro.

“O azeite de dendê aqui também é caro e a gente não encontra da mesma qualidade. A gente teve que solicitar de um supermercado que eles trouxessem um azeite de dendê que é próprio para a culinária e para fritar”.

Outro entrave é o camarão, os empresários dizem que o utilizado tradicionalmente no tabuleiro é o camarão seco e defumado. “A gente dá uma hidratada nele e posteriormente, aquecido com o dendê. Aqui a gente tem que comprar o camarão fresco e fazer todo o processo de defumação no forno. O nosso trabalho é 100% artesanal. Nada é pronto ou pré-cozido”, diz Romes.

Os empresários têm planos de aumentar o cardápio nos próximos meses. Por encontro, o valor é de R$ 15 o acarajé ou abará com camarão. Sem camarão é R$ 10.

Os clientes devem ficar atentos ao tempo de preparo. Por se tratar de algo que é feito praticamente na hora e frito, eles explicam que o tempo de espera é de cerca de 30 a 40 minutos.

O Oxente Mainha está localizado na rua Sete de Setembro, 1001. O horário de funcionamento é das 11h30 às 23 horas.

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